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	<title>CSL Marinharia Blog &#187; Amarra Principal; Correntes; Linha de Ancoragem;</title>
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	<description>Tudo sobre navegação</description>
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		<title>Conhecendo a Amarra Principal de sua embarcação</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2015 14:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cabos Náuticos]]></category>
		<category><![CDATA[Linha de Ancoragem]]></category>
		<category><![CDATA[Amarra de Popa]]></category>
		<category><![CDATA[Amarra Principal; Correntes; Linha de Ancoragem;]]></category>

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		<description><![CDATA[O segredo  de um sistema seguro e confiável de ancoragem passa pela escolha do tipo e dimensões da âncora e pela linha de ancoragem propriamente dita. Nesse post, vamos deixar a âncora de lado e nos concentrar na linha de ancoragem. Existem dois tipos de linhas de ancoragem para embarcações de serviço e lazer de<br /><a class="moretag" href="http://cslmarinharia.com.br/blog/conhecendo-a-amarra-principal-de-sua-embarcacao-2/">Leia mais...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O segredo  de um sistema seguro e confiável de ancoragem passa pela escolha do tipo e dimensões da âncora e pela linha de ancoragem propriamente dita. Nesse <em>post, </em>vamos deixar a âncora de lado e nos concentrar na <a title="Amarra Principal" href="http://cslmarinharia.com.br/produtos/detalhes/amarra-principal" target="_blank"><strong>linha de ancoragem</strong></a>.</p>
<div id="attachment_253" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><a class="lightbox" href="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/amarra-principal.jpg"><img class="wp-image-253 size-full" src="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/amarra-principal.jpg" alt="Amarra Principal" width="900" height="675" /></a><p class="wp-caption-text">Amarra Principal</p></div>
<p>Existem dois tipos de linhas de ancoragem para embarcações de serviço e lazer de médio e grande porte:</p>
<ul>
<li>A linha com 100%  de <strong>corrente</strong></li>
<li>A linha mista, composta por um  tramo pequeno de corrente junto a âncora e um tramo maior de <strong>cabo de fibra</strong> (Poliamida ou Poliester AT) que é amarrado ao aparelho do convés da embarcação.</li>
</ul>
<p><span id="more-252"></span></p>
<p>A corrente possui dois benefícios irrefutáveis: o seu peso bruto e sua resistência  à tração.</p>
<p>O próprio peso da corrente proporciona um efeito catenário na linha que reduz de forma significativa às cargas transmitidas a âncora e aos equipamentos do convés.</p>
<p>O peso ainda influi de forma benéfica para que o esforço de tração sobre a âncora seja feito no sentido horizontal, o que aumenta efetivamente a eficiência da fixação da âncora no fundo.</p>
<p>A<strong> corrente</strong>, todavia, tem seus inconvenientes que não ajudam a lhe credenciar como  a melhor opção de linha de ancoragem. Vamos a eles:</p>
<ul>
<li><strong>Zero Alongamento – </strong>a falta de alongamento da corrente, quando retesada, (fenômeno que acontece com frequência nos momentos de tempestades de ventos fortes) torna a linha rígida, passando a transmitir cargas grandes e destrutivas de tração, tanto a âncora quanto à embarcação.</li>
<li><strong>Excesso de peso – </strong>dificulta o manuseio, principalmente, quando a embarcação não possui guincho e influi negativamente na navegabilidade devido à concentração de peso na proa.</li>
<li><strong>Custo </strong>– o custo do metro linear de corrente é infinitamente maior do que o custo de um cabo de Poliamida ou Poliéster Alta Tenacidade de mesma resistência à tração.</li>
</ul>
<p>O <strong>Cabo de fibra</strong> sintética trouxe às linhas de ancoragem uma nova dinâmica devido a sua elevada <strong>elasticidade</strong>. A  reboque veio a redução de peso, a resistência às intempéries (que os cabos de fibra natural não possuíam) e a enorme facilidade de manuseio, sem falar na redução de custos.</p>
<p><a class="lightbox" href="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/amarra-principal-2.jpg"><img class="alignleft wp-image-255 size-medium" src="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/amarra-principal-2-300x225.jpg" alt="Amarra Principal" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Todavia, havia um problema: a baixa resistência do cabo de fibra ao atrito, principalmente, nos fundos rochosos. Foi a partir daí é que se combinou o uso da corrente com o cabo de fibra.</p>
<p>Ao usar um tramo de corrente junto a âncora, eliminou-se o problema do atrito, pois é a corrente e não o cabo de fibra que ficará em contato com o leito do mar (rio ou lago) e ainda se ganhou eficiência na fixação da âncora, já que o esforço de tração é horizontal, com a corrente no fundo.</p>
<p>A elasticidade do cabo de fibra permite que a amarra estique suavemente sem romper, absorvendo desta forma, grande parte da carga  sobre o sistema de ancoragem provocada pela ação do vento e das ondas no barco.  Com isso, a força de impacto sobre os cunhos da embarcação e sobre a âncora é drasticamente reduzida, proporcionando maior segurança na ancoragem.</p>
<p><strong> </strong>As <a title="Correntes Calibradas" href="http://cslmarinharia.com.br/produtos/detalhes/correntes-calibradas" target="_blank">linhas mistas</a> (corrente + cabo de fibras) são a cada dia, mais utilizadas por embarcações a motor e, principalmente à vela, pois o excesso de peso é diretamente proporcional à economia de combustível e ao desempenho do barco, respectivamente.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Emenda do Cabo de Fibra à Corrente</span></strong></p>
<p>A forma mais usual e segura de unir um cabo de fibra a uma corrente é utilizando a milenar técnica de marinharia, uma costura cônica do cabo no último elo da corrente. Ela permite o uso nos guinchos elétricos e é confiável, não se tendo nenhum registro de falha ou mal funcionamento.</p>
<div id="attachment_260" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a class="lightbox" href="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/Emenda-no-cabo-torcido.jpg"><img class="wp-image-260 size-medium" src="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/Emenda-no-cabo-torcido-300x187.jpg" alt="Emenda no cabo torcido" width="300" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Emenda no cabo torcido</p></div>
<div id="attachment_274" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a class="lightbox" href="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/Emenda-no-cabo-trançado2.jpg"><img class="size-medium wp-image-274" src="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/Emenda-no-cabo-trançado2-300x187.jpg" alt="Emenda no cabo trançado" width="300" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Emenda no cabo trançado</p></div>
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<p>Algumas dicas do Capitão LAIS DE GUIA a respeito da amarra do seu barco:</p>
<ul>
<li>Use sempre um destorcedor para unir a âncora à corrente. Ele vai evitar que ao recolher a âncora ela venha girando. Voce pode usar um destorcedor entre as duas manilhas ou um  conector destorcedor que elimina o uso das manilhas.</li>
<li>Se você tem o costume de longas navegadas, mantenha sempre dois jogos de amarra, um mais leve para o uso em situações normais e do dia a dia e um mais “parrudo” para ancoragens em situações de tempestades e ventos fortes.</li>
<li>Tenha sempre uma amarra auxiliar de popa (falaremos dela num outro <em>post</em>), ainda mais se você costuma pernoitar em ancoradouros com muitas embarcações.</li>
</ul>
<div id="attachment_265" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a class="lightbox" href="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/Amarra-auxiliar.jpg"><img class="wp-image-265 size-medium" src="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/Amarra-auxiliar-300x187.jpg" alt="Amarra auxiliar de popa" width="300" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Amarra auxiliar de popa</p></div>
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<ul>
<li>Confira periodicamente as condições do aparelho de amarração do seu barco. Cunhos, passa-cabos, suporte âncora e guincho devem estar sempre em perfeitas condições de uso, afinal isso é a garantia de segurança de suas operações de atracação e fundeio.<a class="lightbox" href="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/cunho-e-cabos3.jpg"><img class="alignnone wp-image-268 size-full" src="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/cunho-e-cabos3.jpg" alt="cunho-e-cabos3" width="872" height="654" /></a></li>
</ul>
<p><a class="lightbox" href="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/cunho-e-cabo.jpg"><img class="alignnone wp-image-266 size-medium" src="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/cunho-e-cabo-300x225.jpg" alt="cunho-e-cabo" width="300" height="225" /></a><a class="lightbox" href="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/cunho-e-cabos2.jpg"><img class="alignright wp-image-267 size-medium" src="http://cslmarinharia.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/cunho-e-cabos2-300x225.jpg" alt="cunho-e-cabos2" width="300" height="225" /></a></p>
<ul>
<li>  Nas ancoragens em situações normais de mar (rios e lagoas) sua amarra deve ter o comprimento total (corrente +cabo)  de 3 a 5 vezes a profundidade do local. Já em situações de mar alto e tempestade, essa proporção sobe para de 5 a 7 vezes.</li>
</ul>
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